Como falar de ciência para o grande público?

Imagem de Free-Photos por Pixabay

Nos anos de 1960 e 1970 houve no Brasil à amplificação do curso de jornalismo, relacionados às universidades públicas, com o aparecimento e a aliança de novas publicações e programas especializados em ciência e tecnologia, foram desenvolvidos novos projetos voltados para a área da comunicação.  

As universidades tem exercido um papel essencial, permitindo a alunos e professores de graduação e pós-graduação, a prática do jornalismo científico em projetos indispensáveis. Além disso, contribui para a formação de novos profissionais de imprensa e para a transmissão da Ciência e da Tecnologia (C&T). Em diferentes formatos, com diversas peculiaridades com relação aos ouvintes, os projetos buscam combinar teoria, prática e a criação de novos conteúdos de qualidade para atender uma maior diversidade de público-alvo. A Rádio Federal FM, emissora do IFSULDEMINAS – Campus Passos, é um desses modelos.

Nas últimas décadas, a industrialização e comunicação no país sofreu uma grande mudança em torno do jornalismo brasileiro, impactos foram notados significativamente nas áreas científicas e tecnológicas, com um desenvolvimento grande e crescente.

Uma nova fase do jornalismo brasileiro consolida-se, com isso impõe uma grande capacitação de profissionais, para uma maior expansão dos meios de divulgação. Ainda assim, há uma ausência de cultura de comunicação, nos principais geradores de “Ciência e Tecnologia”.

A sociedade por si, tem se interessado e contribuído cada vez mais para a educação científica. É fundamental a sociedade entender como funciona a ciência, a pesquisa, para compreender seu papel na sociedade defendendo-a.

O grande destaque, a internet, se tornou o meio de comunicação mais popular na sociedade.  As redes sociaispassaram a seremeficientes meios de divulgação doconhecimento científico, por ter uma linguagem acessível.

Com a divulgação, o homem obteve o conhecimento do qual foi privado durante anos, à medida que as ciências se desenvolviam e se especializavam, atribuindo assim, uma função educativa para a melhor compreensão científica nos meios populacionais.

A evolução do jornalismo científico no Brasil é evidente, a forma que ganhou visibilidade é enorme, porém reuniu novas dificuldades a partir da falta de capacitação técnica, espírito crítico e coragem. Ir atrás das fontes, ter compromisso e sempre buscar a todo custo, os interesses da população são alguns pilares que o jornalismo científico, em todo o mundo principalmente o brasileiro deveriam incorporar.

A enorme visibilidade do jornalismo científico no Brasil é evidente, porém reuniu novas dificuldades como falta de capacitação técnica, espírito crítico e coragem. Ir atrás das fontes, ter compromisso e sempre buscar a todo custo, os interesses da população são alguns pilares que o jornalismo científico, em todo o mundo e noBrasil deveriam incorporar esses propósitos. “O jornalista científico, comprometido com o seu tempo, deve estar disposto e capacitado a enxergar além da notícia.”

Texto de Ana Carolina Barros Santana, Bianca Buranello e Otávio Eduardo, 1o Período de Produção Publicitária, do IFSULDEMINAS, campus Passos

Referência:

BUENO, Wilson da Costa. Jornalismo científico: conceitos e funções. Ciência e Cultura, São Paulo: Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, 37(9), p. 1420-1427, set/1995. p. 1423.

BUENO, WC. Jornalismo científico no Brasil: os desafios de uma trajetória. In PORTO, CM., org. Difusão e cultura científica: alguns recortes [online]. Salvador: EDUFBA, 2009. pp. 113-125. ISBN 978-85-2320-912-4.

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